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Levitação magnética no Brasil

Em 2014 , no Rio de Janeiro ocorreu a 22ª Conferência Internacional sobre Sistemas de Levitação Magnética e Motores Lineares – Maglev 2014 (The 22nd International Conference on Magnetically Levitated Systens and Linear Drives).
A conferência reúne os maiores especialistas do mundo em levitação magnética para discutir os avanços da tecnologia e suas principais aplicações em mobilidade urbana.
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Crossrail – Um projeto de inovações

Fonte: www.crossrail.co.ukCrossrail é um projeto britânico que une inspiração e colaboração para construir novas e importantes linhas ferroviárias de primeira qualidade no centro da cidade de Londres. É o maior projeto de construção e infraestrutura da Europa. Desenvolver e aplicar tecnologias sustentáveis, sociais, seguras e de alto rendimento são metas do Crossrail. Novos trens, novas estações e novos túneis para aumentar a capacidade do transporte ferroviário e movimentar a economia do Reino Unido. Saiba mais sobre o projeto criado para mover Londres, mas que irá mover o setor ferroviário.
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Trens de plástico,materiais compósitos.

A histórica expressão “trem de ferro” parece estar com os dias contados. Engenheiros alemães estão começando a encontrar formas de substituir metais como aço e alumínio nos trens por materiais compósitos, à base de plásticos e fibras sintéticas.Ao contrário do que possa parecer, o desafio não é pequeno, tanto que o projeto inclui, além de três universidades, as empresas Bombardier e Bayer, e a agência espacial alemã, a DLR.Materiais mais leves costumam não ser tão duros quanto os metais, por isso eles não podem ser simplesmente usados como substitutos em um trem.
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Ultra-som a laser realiza diagnósticos de eixo de trem para trens de alta velocidade.

A aplicabilidade de um procedimento a laser ultra-sônico pode melhorar as performances de eixo de trem, chamado de inspeção ultra-sônica. O método explora uma sonda ultra-sônica de acoplamento de ar que detecta as ondas de ultra-sons gerados por um laser pulsado de alta potência. Como resultado, a cadeia de medição é completamente sem contato, de geração para detecção, esta fazendo o possível para acelerar consideravelmente o tempo de inspeção e fazer o set-up mais flexível. A principal vantagem da técnica desenvolvida é que ele funciona em regime de termo-elástica e que, portanto, pode ser considerado como um método não destrutivo.
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Tecnologia para sistemas de comunicação ferroviários de alta velocidade.
Os sistemas de controle automotivos tornaram-se uma importante tecnologia que atualmente é utilizada para sistemas ferroviários de alta velocidade,esses sistemas de comunicação propicia mais segurança e qualidade na atuação dos trens.
Ao acionar a movimentação do trem a velocidade do comboio aumenta, no entanto, as comunicações entre o trem e o comando de controle de operações passam a enfrentar grandes dificuldades de manter comunicação de alta qualidade. Os problemas com transferência em trens de alta velocidade podem ocorrer com mais freqüência e em tempos de manipulação admissíveis mais curtos do que para os veículos tradicionais.
O regime de mobilidade 2MR rede proposta aproveita o tamanho físico do comboio de alta velocidade para implantar dois roteadores móveis (ERM) no primeiro e no último carruagens.Este regime prevê um protocolo para permitir que as duas RMs a cooperar com uma infra-estrutura de rede sem fio para facilitar handovers sem costura.
Os resultados obtidos demonstram que a simulação em comparação com os esquemas tradicionais de solteiro MR, o esquema 2MR visivelmente melhora a qualidade de comunicação durante entrega, reduzindo significativamente a latência de entrega, bem como a perda de pacotes para trens de alta velocidadePara mais informações: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0140366413002144
Recentemente foi testado um novo sistema de controle de trens na Linha 2- Verde do Metrô de São Paulo.Neste o Metrô dará continuidade aos testes do CTBC (Controle de Trens Baseado em Comunicação) na Linha 2- Verde.
O CTBC é considerado o sistema de controle de trens mais moderno do mundo e está em operação em linhas de metrôs nas cidades de Nova York, Londres e Paris, entre outras.Quando esse sistema estiver implantado, o intervalo entre um trem e outro será reduzido e a capacidade de transporte ampliada em cerca de 20%.
Os dias escolhidos para a realização dos testes foram domingos e feriados, devido ao menor número de usuários que utilizam os trens e estações metroviárias. Sempre com antecedência, o Metrô avisou aos seus usuários pelos sistemas de som das estações, dos trens e também por meio de cartazes nas estações, qual o trecho e horário da realização dos testes e da necessária interrupção da operação comercial.
Para mais informações:
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Aeroexpress apresenta o seu primeiro trem de dois andares

Fonte: https://sinfer.wordpress.com/2014/11/15/primeiro-aeroexpress-de-dois-andares-e-exibido-em-moscou/
A Aeroexpress, empresa de transporte ferroviário, localizada na Rússia, desenvolveu o seu primeiro trem de dois andares. Fabricado para operar nas adversas condições climáticas do país, o novo trem recebeu o nome de Aeroexpress Eurasia e será uma importante ferramenta para o crescimento da empresa, que faz a ligação entre os principais aeroportos de Moscou.
No dia 14/11/2014, a Aeroexpress realizou o evento de lançamento que contou com autoridades locais e a imprensa. Depois de fazer um tour pelo trem, Sergey Sobyanin, prefeito de Moscou, aprovou o novo trem, disse que trará muitas melhorias para a cidade, além de oferecer um grande conforto aos passageiros.

Sergey Sobyanin no Aeroexpress Eurasia. Fonte: http://aeroexpress.ru/en/press_releases/news20090558.html
O Eurasia possui 3,4 metros de largura e 5,24 metros de altura e operará a uma velocidade de 160km/h. Deste modo, terá uma capacidade de 35-50% maior que um Aeroexpress de um andar. Foram construídos quatro Aeroexpress Eurasia, sendo que o primeiro entrará em funcionamento em junho de 2015, mas a empresa pretende operar com vinte e cinco até junho de 2016.
Para mais informações e fotos: http://aeroexpress.ru/en/press_releases/news20090558.html
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Desenvolvimento de correção em torno de um trem de carga contêiner
Os aumentos no volume de comércio no setor do transporte ferroviário no Reino Unido levaram a aumentos propostos velocidades trem de carga. Há uma preocupação de que a correção instável criado em torno de um trem de carga em movimento pode ter implicações sobre a eficiência e a segurança dos passageiros em espera nas plataformas ou trabalhadores da via.
Na Universidade de Birmingham foi realizado uma série de experimentos em movimento modelo escala. Os experimentos foram realizados para avaliar o desenvolvimento de correção de um trem de carga de contentores e tirar conclusões sobre as características do fluxo.
A análise aprofundada da velocidade de correção e de pressão estática resultados médios do conjunto ao lado de trem e acima do teto identificou uma série de regiões-chave de fluxo. Os resultados na região da camada limite exibem uma influência da configuração de carregamento do contentor. Magnitudes de sopro são maiores do que os resultados de alta velocidade, comboios de passageiros típico quais foi proposto está relacionada com a forma do veículo.
Uma análise detalhada da natureza dos componentes da velocidade de sopro em regiões específicas de fluxo é investigado, e as conclusões retiradas em padrões característicos e os fatores que influenciam a possíveis problemas de segurança. A análise destacou diferenças criadas por meio da redução eficiências de carga de contentores, a criação de um aumento do crescimento da camada limite com uma espessura de deslocamento maior, com intensidades de turbulência mais elevadas. Escalas de tempo e comprimento integrais calculados através de autocorrelação indicam que os limites propostos de instabilidade humana são ultrapassados para o trem de carga recipiente com uma eficiência de carga inferior.
Dentro da região da camada limite (fim de trem) uma série de análises, incluindo perfis de velocidade, espessura de deslocamento, intensidade de turbulência e autocorrelações foram realizados. Os resultados mostram são observadas diferenças claras entre eficiências de carga do recipiente.
Para mais informações: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0167610514001949
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Otimismo em relação a indústria ferroviária no Brasil
A indústria ferroviária brasileira vem sendo observada com otimismo, pois os altos investimentos aliados com a grande quantidade de novos projetos e licitações na área vem contribuindo para a volta do crescimento do setor.

“Estamos otimistas, mas prefiro dizer que é um otimismo com certa cautela, pois sabemos das condições econômicas do País e da própria complexidade do setor, com todas as dificuldades existentes para se tirar uma ferrovia do zero” segundo Vicente Abate, presidente da Abifer.
O Brasil nunca presenciou tamanho crescimento no modal ferroviário, sendo este um dos mais adequados modais de transporte para um país com dimensões como o Brasil; EUA, China e Rússia países com proporções territoriais semelhantes apresentam o modal ferroviário com muito mais “tradicionalismo”, porém este fato não deve ser encarado de forma totalmente negativa, já que abre possibilidades de investimentos na área, o crescimento do país é um dos fatores que deve embalar ainda mais este fato, tendo em vista que o modal ferroviário é mais barato, seguro e eficiente se comparado ao rodoviário que é atualmente o mais utilizado para transporte no Brasil.
Segundo a Abifer o setor no Brasil em termos de faturamento espera fechar 2014 com um crescimento de 10% em relação a 2013 saltando de R$ 4,5 bilhões para mais de R$ 5 bilhões, “No final do ano passado previmos produzir 3.500 vagões de carga em 2014 e devemos fechar com número superior a 4 mil. No caso de vagões de passageiros, a previsão era de 320 e em setembro já estávamos em 280”.
Além do mais a frota de locomotivas e vagões no Brasil ira passar por uma renovação, já que os atuais modelos presentes aqui tem cerca de 40 anos de idade, no total são 40 mil vagões e 1.400 locomotivas obsoletos. “Nossa proposta é a de substituir esses 40 mil vagões lentos e pesados por 18 mil de maior capacidade, mais rápidos e com melhor poder de descarga; e as 1.400 locomotivas por 600 de maior potência, modernas, mais eficientes e menos poluidoras”, explica.
Leia mais em: http://www.abifer.org.br/Noticia_Detalhe.aspx?codi=16758&tp=1
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Valor Logística Integrada (VLI) agora conta com uma máquina esmerilhadora de trilhos em Divinópolis
O atrito causado pelas rodas em contato com os trilhos desgastam tanto as rodas quanto os trilhos. Em cerca de cinco anos, os trilhos desgastados passam a ser um grande problema, podendo causar graves acidentes. A manutenção desses componentes é muito importante. Pensando nisso, a VLI investiu na aquisição de uma nova ferramenta que reduzirá não só os custos de manutenção, mas também de operação, uma máquina esmerilhadora de trilhos.
Fabricada nos Estados Unidos, a máquina custou R$ 28 milhões e, segundo a empresa, é de última geração além de ser única no Brasil. O conjunto total possui 222.800 toneladas, tem 4,10m altura, 3,20m de largura, 66m de comprimento e chega à velocidade de 60 quilômetros por hora.
Com a operação da máquina, a VLI pretende diminuir os custos operacionais, pois com trilhos bem esmerilhados o motor não precisa fazer tanta força e, assim, há uma redução no consumo de combustível. Além disso, espera-se uma redução de fraturas de trilhos e um aumento na disponibilidade de vias para circulação dos trens. “Antes era preciso que homens percorressem a linha férrea e virassem a parte desgastada dos trilhos para baixo, permitindo que pelos cinco anos seguintes o outro lado fosse gasto. Agora, basta passar a esmerilhadora nas partes desgastadas. Isso vai aumentar em cerca de dez anos a vida útil do trilho, que é o insumo mais caro do negócio ferroviário”, explicou Fernando Adriano Pinto, gerente de manutenção e operações de máquinas de via da VLI.
A previsão da VLI é esmerilhar 600 km de linha férrea em 2015 e a partir de outubro do mesmo ano, operar a máquina com 100% da capacidade.
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Novo protótipo de locomotiva movida a combustivel híbrido.

Desenvolvido e construído na Universidade de Birmingham,foi empregada a locomotiva de bitola estreita “Hidrogênio Pioneer“, para estabelecer o desempenho de um veículo de tração ferroviária hidrogênio-híbrido. A locomotiva utiliza gás de hidrogênio em uma célula de energia da planta Proton Exchange Membrane Fuel(membrana de combustível) para fornecer eletricidade para os motores de tração ou carregar as baterias de chumbo-ácido de bordo. Em primeiro lugar, a resistência ao movimento do veículo foi determinada, em seguida, foram conduzidos testes de funcionamento para as velocidades de 2 km h–1, 6 km h–1, a 7 km h–1, e 10 km h–1 em uma de 30 m em linha reta, alinhamento nível semelhante a luz running. Foram registrados o–usina e eficiência do veículo, bem como o desempenho do sistema híbrido. A eficiência de ciclo de trabalho global observada da–usina foi de 28% para 40% e pico de demanda de energia, como durante a aceleração, foi fornecido pelo–bateria, enquanto potência média durante o ciclo de trabalho foi recebido pela célula de combustível pilha, como projetado.
Para saber mais, visite a página: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0378775313018004
Em 2012, a primeira frota comercial de cinco locomotivas movidos a hidrogênio foi introduzido na África do Sul para o uso em uma mina, e quatro bondes movidos a hidrogênio serão levados em operação comercial em Aruba durante 2013.
Para saber mais, visite a página : www.hydrail.org







