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Nova janela da Siemens deve melhorar recepção de sinal de celular em trens
Imagem: novo revestimento da Siemens
A empresa alemã Siemens desenvolveu um novo revestimento para as janelas de trens que promete melhorar a qualidade da recepção de sinal de celular à bordo. O revestimento é feito de metal ou óxidos de metais e consegue selecionar as emissões que o atravessam com base na sua frequência.
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Expansão do uso de gás natural no transporte ferroviário
Imagem: locomotiva de manobras TEM19
Quatro empresas russas assinaram um acordo no Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo destinado ao aumento da utilização de gás natural como combustível para os transportes ferroviários. As empresas Russian Railways, Gazprom, Transmashholding e Sinara atuarão simultaneamente para expandir as instalações, as redes de distribuição e de manutenção dos equipamentos de gás natural. O benefício desse combustível é a possibilidade de construir uma locomotiva de alta potência (de até 8.3 MW), que alcança até 100 km/h com carga máxima.
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Novo elevador veicular para cadeirantes
Imagem: novo elevador veicular.
Em busca de proporcionar acessibilidade a todos e melhorar o transporte ferroviário de pessoas, a MBB Palfinger, empresa austríaca fabricante de guindastes, elevadores, plataformas, etc. desenvolveu um novo elevador veicular para cadeirantes. O novo equipamento permitirá que cadeirantes embarquem nos trens de forma rápida, segura e confortável.
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Protótipo de vagão para transporte intermodal é criado na Polônia
Imagem: Protótipo do vagão com a plataforma rotacionada para a posição de carga e descarga
Um vagão projetado para ser utilizado em sistemas de transporte intermodal vem sendo desenvolvido na Universidade Militar de Tecnologia, em Varsóvia, na Polônia. Trata-se de uma plataforma de carregamento rotativa rebaixada para transporte de veículos pesados. Ele permite carga e descarga rápida, fácil e segura, sem necessidade de infraestrutura de estações ou terminais.
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Empresa britânica cria trilhos mais resistentes à corrosão
Imagem: ferrovia costeira
A empresa British Steel lançou um novo trilho revestido denominado Zinoco, que por meio de testes apresentou significativas vantagens para ambientes corrosivos, garantindo maior vida útil às ferrovias. Seu desenvolvimento é resultado da necessidade de trilhos resistentes à corrosão e ao impacto, capazes de oferecer menores danos mecânicos e proteção à longo prazo.
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Nova tecnologia em AMVs é desenvolvida na Universidade de Loughborough, Inglaterra
Imagem: Repoint
Baseado em conceitos da indústria aeroespacial, o Repoint é um AMV à prova de falhas. O projeto é desenvolvido por estudantes da Universidade de Loughborough, na Inglaterra, e apoiado pelo programa de inovação da indústria do Reino Unido.
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A precisão do consumo de energia em locomotivas
Imagem: locomotiva elétrica
A organização sem fins lucrativos European Partnership for Railway Energy Settlement Systems (ERESS) vem desenvolvendo desde 2004 o sistema de solução de energia ferroviária, conhecido como Erex, que fornece serviços de medição precisa e de controle da energia demandada pelo setor na Europa. A motivação desse sistema é grande, quando se pode averiguar que atualmente diversos países utilizam métodos simples de calcular o consumo de energia, envolvendo somente o peso da locomotiva e a distância percorrida. A sistemática aplicada em Erex garante maior precisão nos cálculos e ainda traz resultados positivos para as empresas, que têm economizado até 25% no âmbito de energia.
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NEOBALLAST: um lastro para ferrovias sustentáveis
Imagem:agregados do NEOBALLAST.
A crescente demanda por maiores cargas por eixo e maiores velocidades nas ferrovias levou a melhoria de componentes estruturais da via permanente, como trilhos, dormentes, etc. No entanto, não houve mudanças significativas no lastro, mesmo sendo um dos principais responsáveis pelos gastos de manutenção. Nesse contexto, pesquisadores da Corporação Comsa e da Universidade Politécnica da Catalunha, Espanha, desenvolveram o NEOBALLAST, um lastro com maior vida útil e menores níveis de vibração.
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O futuro do transporte ferroviário sob o ponto de vista da ficção científica
Imagem: ferrovia sobre os prédios.
Com o avanço da ciência moderna, surgiu o gênero literário de ficção cientifica. As novidades vindas da ciência despertaram a curiosidade e a imaginação de vários autores que aproveitaram o momento e começaram a incluir em suas obras, ainda de forma bastante fantasiosa, o impacto da revolução tecnológica no mundo e na humanidade. Porém, alguns autores se aprofundaram no tema, isto é, passaram a fundamentar as suas histórias em leis físicas e se preocuparam em deixá-las cada vez mais coerentes. Essa vertente enxergou o mundo com base nas possibilidades da ciência e, assim, surgiram muitas invenções na literatura que buscaram solucionar problemas reais com a criatividade de cada autor. Obras de muito sucesso foram criadas e, com isso, passaram a influenciar a ciência em seus novos desenvolvimentos. A literatura começou a “prever o futuro” e, hoje, já temos muita tecnologia inspirada na ficção cientifica. Nesse contexto, pesquisadores da Universidade de Cantabria, Espanha, desenvolveram uma pesquisa na literatura de ficção do século XX e organizaram invenções ferroviárias criadas dentro gênero literário para, desta maneira, tentar identificar o rumo do setor.
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Uma ferramenta de corte para a usinagem de peças ferroviárias
Imagem: usinagem de rodas ferroviárias. Fonte
O processo de usinagem no setor ferroviário busca atender o ritmo cada vez mais acelerado dos projetos. Há a necessidade de melhorar a confiabilidade e a vida útil das peças ferroviárias, principalmente das rodas. Sendo assim, o processo de Corte de Alta Performance é utilizado na fabricação destes componentes, pois consegue-se usiná-los com elevado movimento de avanço e penetração no corte. Porém, esse processo acarreta no aumento de carregamentos térmicos nos componentes que, desta forma, concentram tensões nas áreas de contato com a ferramenta de corte. Neste cenário, pesquisadores russos desenvolveram um novo sistema de ferramenta de corte que pode melhorar o desempenho da usinagem de peças ferroviárias de 80 a 100%.









